• André Vendrami

Programe-se! Unicorns Brazil terá semana de conscientização e combate à Aids


O dia 1º de dezembro está chegando e nele é celebrado o Dia Mundial de Combate à Aids. A conscientização e prevenção ao HIV é muito importante e, como no primeiro Unicorns Talks, o Unicorns Brazil fará uma semana de programação especial sobre o assunto em parceria com o SESC Vila Mariana.


Entre os dias 27 e 30 de novembro, nossa família está convidada a participar de diversas atividades esportivas, bate-papo com especialista em HIV e conversa sobre a importância da prática de esportes durante o tratamento do vírus. Então, reserve um espaço na sua agenda!


Na próxima terça-feira, 27, a partir das 19h, o infectologista Rico Vasconcelos estará na Praça de Eventos do SESC Vila Mariana para debater com nossos alunos e também com a comunidade em geral sobre “Epidemia de HIV no Brasil? Onde?”. Em seguida, às 20h30, haverá o Adidas Training, com treinamento funcional gratuito para aqueles que se inscreverem via aplicativo ou site Runtastic.


Na quarta-feira, 28, o bate-papo sobre “O Esporte aliado ao tratamento do HIV” acontece a partir das 20h, também no SESC. Depois, às 20h30, também teremos um novo treino funcional aberto no local. Garanta sua vaga pelo link. Já na sexta-feira, 30, o treino aberto de corrida acontece também no SESC a partir das 19h. Para se cadastrar e garantir a inscrição, use o link.

Abaixo a programação completa de tudo o que vai rolar:


27 de novembro* (terça-feira):

19:00 - "Epidemia de HIV no Brasil? Onde?" | Bate papo sobre HIV com o infectologista Rico Vasconcelos - Praça de Eventos do SESC Vila Mariana

20:30 - Adidas Training - SESC Vila Mariana


28 de novembro* (quarta-feira):

20:00 - "Bate papo sobre como o esporte pode ser aliado no tratamento do HIV" - SESC Vila Mariana

20:30 - Treino aberto de Funcional - SESC Vila Mariana


30 de novembro (sexta-feira):

19:00 - Treino aberto de Corrida - SESC Vila Mariana

*Lembramos que nestes dias não haverá treino no Parque do Ibirapuera.


Porque precisamos falar sobre o assunto? Como todos sabem, é um assunto de extrema importância, especialmente para a comunidade LGBT+, e gostaríamos de contar com a participação de todos para levar a mensagem o mais longe possível. Por isso, participe, convide os amigos e vamos todos passar informações em frente!

Segundo dados divulgados pela UNAIDS Brasil e a Organização Mundial de Saúde (OMS), em todo o mundo, 20,9 milhões de pessoas tiveram acesso à terapia antirretroviral até junho de 2017. No entanto, estima-se que 36,7 milhões (esse número pode chegar a 42,9 milhões) de pessoas viviam com HIV em 2016, no planeta. No mesmo ano, 1,8 milhão (podem chegar a 2,1 milhões) de novas infecções pelo HIV aconteceram mundialmente e cerca de 1 milhão de pessoas morreram por causas relacionadas à AIDS. Desde o início da epidemia, em 1981, 76,1 milhões (número capaz de bater 88 milhões) de pessoas foram infectadas pelo HIV e, nesses mesmos quase 40 anos, pelo menos 35 milhões (com chances de subir até 41,5 milhões) de pessoas morreram por causas relacionadas à AIDS.


No Brasil, o número de pessoas infectadas aumentou em 4,1% em 2016 com relação a 2015. Segundo o Ministério da Saúde, foram 37.884 pessoas diagnosticadas com o vírus em 2016, ante 36.360 no ano anterior. As estatísticas foram divulgadas em 1º de dezembro de 2017, o Dia Mundial da Luta Contra a AIDS. Porém, os casos de AIDS, aqueles quando a pessoa com HIV adoece devido ao aumento da carga viral, caíram de 39.860 para 38.090 entre 2015 e 2016.


Além disso, o documento do Governo Federal aponta um aumento nos novos casos entre os “homens que fazem sexo com homens”. De acordo com os números, em 2016, 51,5% das novas infecções por HIV no sexo masculino acima dos 13 anos de idade foram entre homossexuais.

Sobre Rico Vasconcelos Médico Infectologista formado pela Faculdade de Medicina da USP, Rico Vasconcelos trabalha e estuda, desde 2007, sobre tratamento e prevenção do HIV e outras ISTs. É atualmente coordenador do SEAP HIV, o ambulatório especializado em HIV do Hospital das Clínicas da FMUSP, e vem participando de importantes estudos brasileiros de PrEP, como o iPrEX, Projeto PrEP Brasil, HPTN083 (PrEP injetável) e na implementação da PrEP no SUS. Está terminando seu doutorado na FMUSP e participa no processo de formação acadêmica de alunos de graduação e médicos residentes no Hospital das Clínicas. Também atua na difusão de informações dentro da temática de HIV e ISTs no Brasil, desenvolvendo atividades com ONGs, portais de comunicação, agências de notícias, seminários de educação comunitária e onde mais existir alguém que tenha vida sexual ativa e possua interesse em discutir, sem paranoias, como torná-la mais saudável.

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