• André Vendrami

Esporte mudando vidas! Adidas doará renda de nova coleção para luta contra o câncer


Kendra Harrison, atleta da Adidas e recordista mundial nos 100 metros com barreiras, apoia a campanha

Outubro é o mês do rosa por conta do combate ao câncer de mama e também do colo do útero. Aqui nós já falamos sobre a importância do movimento e como o esporte é capaz de ajudar na cura da doença. Consciente do seu poder de incentivar a prática esportiva e mudar vidas, a Adidas entra firme em uma parceria com a AKTIV Contra o Câncer.


A marca se aliou à fundação e criou uma coleção especial para melhorar a qualidade de vida das pessoas e dar suporte à causa. A cada peça do projeto vendida, parte da renda será doada à instituição. O objetivo é atingir 1 milhão de euros doados em 2018. Atletas como Kendra Harrison – recordista mundial nos 100 metros com barreiras – e Tori Bowie – velocista, saltadora e campeã olímpica e mundial – abraçaram a ideia e estão na campanha para que a meta seja superada.


“O esporte tem o poder de mudar vidas. Está na nossa essência. E eu vejo a parceria entre adidas e AKTIV Contra o Câncer como a expressão que define essa crença”, disse Kendra ao sobre o projeto. “Movimento é mais do que gestos. É um incentivo constante, coletivo e individual, em busca de algo melhor”, complementa Tori.


São 24 itens da coleção AKTIV disponíveis entre tênis masculinos e femininos, além de peças de vestuário, todos no site da Adidas. Os valores variam entre R$ 89,99 – um Short Feminino M10 Icon – e R$ 899,99 – preço de um tênis Ultraboost X Feminino.

Ultraboost X Feminino é a joia da coleção Adidas AKTIV Contra o Câncer

Fundação AKTIV e as pesquisas

A Fundação AKTIV Contra o Câncer foi fundada por Grete Waitz, atleta norueguesa e campeã da Maratona de Nova York por nove vezes, que morreu em abril de 2011, aos 57 anos, após lutar contra a doença. O objeto de sua instituição é melhorar a qualidade dos pacientes com câncer por meio da atividade e para isso, arrecadam fundos que são investidos em pesquisas do gênero.


Entusiasta do esporte – afinal, foi campeã mundial em Helsinque (1983), vice-campeã olímpica em Los Angeles (1984) e quatro vezes recordista mundial da prova – Grete Waitz tem uma frase mundialmente conhecida. “Se a atividade física fosse uma pílula medicinal, seria a mais receitada do mercado”, pregava ela.


Há 18 anos, o médico oncologista Lee Jones pesquisa o assunto com apoio da AKITV e tornou-se um dos maiores especialistas nele. “Temos conduzido pesquisas sobre atividade física durante o tratamento desde que comecei a trabalhar nesse campo há mais de 18 anos, de modo que nossos dados experimentais estão começando a amadurecer. Nossas descobertas sobre atividade física e tumores de câncer são inteiramente recentes e pode levar até 15 anos para aprendermos a utilizar esse conhecimento para beneficiar os pacientes. No entanto, progresso está sendo feito ”, comemora o pesquisador, de acordo com o site da AKTIV.


Ele e sua equipe estão estudando os benefícios da atividade física para além de controlar os sintomas e os efeitos colaterais da terapia do câncer. Eles visam determinar se o exercício em si pode reduzir a progressão do câncer e melhorar a resposta às terapias. Além disso, a equipe está explorando se a atividade física tem um efeito positivo sobre a recorrência do câncer e a mortalidade em pacientes com câncer de mama precoce.

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